
Um mundo sem superpoderes, as vezes nos remete à monotonia e/ou ao desânimo natural que o "paulistano way of life" nos proporciona semanalmente. Principalmente no meu caso. Isso faz com que blogs sejam ligeiramente abandonados, amigos sejam pseudo-esquecidos, atividades esportivas, sejam banidas do cotidiano, entre outras coisas.
É verdade que, nessas últimas semanas, o mundo não esteve tão sem superpoderes assim. Pelo menos não o suficiente para a ausência total de assuntos que as palavras, combinadas de forma ideal, proporcinam. E entre eles, um em especial me fez lembrar de 3 frases que me acompanham sempre: a morte.
A primeira é de uma pessoa que eu não sei definir o que é na minha vida, ao certo. Talvez um dia, eu venha a saber. O fato é que a frase me marcou, porque poderia ter muito bem, saído da minha boca.
A outra saiu sem querer, numa conversa, na cozinha entre Johnatan Kent, Martha Kent e o Clark aqui, num momento não tão alegre.
E a terceira é a que eu mais gosto. Me serve como filosofia de vida, me acompanha e vai me acompanhar sempre. Como eu costumo dizer, nada nunca foi tão bonito.
"Juro.. se você morrer, eu não sei o que faço."
"A morte existe sim. Pra quem fica."
- "E se eu morrer?"
- "Uma parte de mim morre junto."
- "Não. Uma parte de mim é que continua viva em você."
Não consegui achar um final para esse post. Na verdade.. consegui sim. Vou terminar com outra fase.. uma que eu acabei de ler. Aliás, é do mesmo autor da 3ª frase ali de cima:
"Deixa sem final. A naum ser q vc ache q a morte eh o fim de algo.... se naum eh o fim, pq o post tem q terminar?"


5 comentários:
Rs.
As vezes é bom ler um texto sobre a morte que nao seja triste.
Senti um paralelo com o meu ultimo post.
A morte é uma separação tão instântanea quanto normal. Apesar disso, primo, não é muito fácil lidar com ela. Principalmente por dois motivos: ela nunca avisa quando vai chegar, e quando avisa você nunca acredita; não temos fé suficiente para desvendar esse véu da nossa consciência.
O que a morte tem de melhor é que, se aprendessemos a conviver com ela, faríamos dos nossos dias "vivos" melhores sempre. Se não achássemos que ela nunca aconteceria com a gente, que ela nunca tiraria um ente querido nosso, poderíamos praticar mais o amor, a bondade, a tolerância, a paciência e o perdão.
Mas, infelizmente, sempre achamos que com a gente não vai acontecer. nenhum pai, nenhuma mãe, nenhum irmão nosso vai morrer. Por isso posso ser tão duro, cruel, vingativo e seco com eles... Ah, e se um dia eles morrerem, eu peço perdão...
Mas você escolheu bem o assunto do seu post... é muito bom falar sobre a morte, não com tristeza, mas com sobriedade.
Bjs.
É REALMENTE A MORTE É MUITO MAS DOLOROSA PRA QUEM FICA...
pOIS QUEM MORRE NÃO SENTE UMA DOR INTERMINAVEL QUE SE CHAMA SAUDADE
curitibanos way of life.
acho que way of life é quem nos persegue
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