quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

The Music


Música é algo que faz parte da vida de todo ser humano. Na minha não é diferente. Certa vez, ouvi de um conhecido uma definição interessante sobre o tema. Ele dizia que "a música é a prece universal".
Não me considero um profundo entendedor do assunto, não sei tocar nenhum instrumento (sei tocar a nota sol no violão), mas tenho meus insights esporádicos sobre música. Sou fiel a esse tal de roquenrou. Disso não tenho dúvida. Minha formação musical vai de Pink Floyd à Stereophonics, e passa por outras várias bandas e influências. Mas já não sei o que é conhecer um som novo a tanto tempo, que o desinteresse ganhou terreno e tomou conta. Na verdade, minha dedicação e interesse sobre novas bandas, ritmos e músicos, já expiraram a algum tempo. Certamente por isso ainda ouça e goste das mesmas coisas que gostava a 8, 9, 10 anos atrás.

Guns e Oasis ainda são minhas bandas preferidas. Apesar de Oasis não lançar algo realmente bom desde Standing on Sholders. Hoje, só compro cd's do Oasis pra não dizer que não tenho. Mas ainda assim, quando ouço Do You Know What I Mean, ainda toco com força minha air-guitar. Já a relação com Guns é diferente. A banda de Holywood sempre representou tudo que me agradava com relação a Rock n' Roll, em todos os tempos. Nenhuma outra banda me faz vibrar mais.

Ainda fazem parte do meu repertório pessoal, outras esfínges do Rock clássico, e bandas sobreviventes dos terríveis anos 80, nacionais e internacionais. Apesar de ter a plena convicção de que o Rock nacional está em franca decadência.

Se não me engano, a última coisa boa que ouvi e gostei foi Stereophonics. E lá se vão uns 2 anos desde que fui apresentado ao timbre de voz rouco de Kelly Jones. Desde então, a nau do descobrimento musical encalhou nas águas rasas da ociosidade e do desinteresse. Confesso que, as vezes isso me preocupa.

Aí leio a notícia de que Dado Dolabella vai lançar um cd, e que a Lady Gaga é "o mais novo fenômeno da música internacional" e chego a conclusão de que a ignorância é, realmente, uma dádiva.

(Cadê meu cd do Oasis hein..?)

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

The Goog Things

Bom é olhar pra trás e concluir que a vida se movimenta sempre pro bem, e que, de um jeito ou de outro, e cedo ou tarde, você cresce e aprende muito com ela. Principalmente quando você olha pra trás sem culpa e quando você já se perdoou pelos erros de outrora.

Bom é sentir-se aliviado pelo ano que passou, e agradecido por não ter sido, nem de longe, igual ao anterior.

Bom é andar pelo bairro do seu colégio, quando adolescente, e observar as mudanças que inevitavelmente aconteceram por lá, mas sempre com aquela sensação de nostalgia e dever cumprido.

Bom é sentar na varanda do quarto do Léo, num dia quante, acender um cigarro e ficar olhando de longe a Serra da Mantiqueira, o prédio do Banespa no centro, a Paulista e toda a baixa Barroca. Fica melhor quando bate uma brisa leve.

Bom é sentir que seu velho amigo está ali, pertinho outra vez. Pronto para te deixar esperando no metrô, para tomar uma cerveja discutindo as relações de amizade, ou para reclamar da fumaça do cigarro. Bom de verdade.

Bom é curtir as pequenas coisas. Sem se importar com as grandes.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

The Hero - I




Nascido na província portuguesa de Santa Fé de Bordeux La Giorno, Gabriel Valier de Borja Gonçalves, condinome El Borja, desde pequeno já dava indícios de que sua vida seria especial.

Filho de uma nobre dama francesa e de um guerrilheiro separatista português, neto de árabes provenientes da antiga Pérsia, e bisneto de índios da tribo Sioux da região do nordeste da América do Norte, o pequeno Gabriel teve uma infãncia difícil mas gratificante. Já cedo, em sua ardente busca pela cultura local, aprendeu a arte da dança de salão, tango, sapateado, folk, jazz e se firmou como um prodígio na arte da sedução e da expressão corporal.

Ainda jovem, ávido pelo conhecimento que o mundo poderia lhe porporcionar, ingressou numa viagem, com seu sábio avô, na boléia de seu caminhão Mercedes Benz, pelo interior da Bahia, onde redescobriu seu "eu interior". Com a influência da cultura Baiana, aprendeu o axé e desde então seus movimentos se tornaram um hipnotizante ritual de graça e beleza. Ainda nessa época, tomou contato com as ervas provenientes de países da América Central e passou a cultivar em sua casa, pequenos pés das mesmas, descobrindo assim, o princípio mágico dos seus superpoderes.

Adolescente, estudou em colégios católicos, o que lhe deu uma espiritualidade apurada, e começou a tomar contato com a responsabilidade familiar e social. Ainda adolescente, iniciou sua vida profissional como barman e, descoberto por um olheiro, acabou convidado parar dar aulas de axé music para jovens talentos. Participou também de trabalhos como modelo, e apareceu em programas de moda e comportamento, deixando seus amigos e familiares sempre orgulhosos e felizes.

Depois do colégio, ingressou na universidade, cogitando uma formação mais específica e qualificada como o curso de medicina ou publicidade, mas acabou optando pelo curso de turismo, numa das maiores faculdades de São Paulo, abandonando o curso logo no 1º ano, pois considerou-o muito fraco para suas pretensões. Numa atitude corajosa, mudou-se parar Santos e iniciou o curso de Comércio Exterior na faculdade da cidade. Curso esse, concluído com relativa facilidade.

Nesse meio tempo, foi selecionado para participar de um reality show, na maior emissora de TV do país, mas sua presença foi negada devido à forças políticas dos seus inluentes inimigos, que sempre torceram parar seu fracasso.

Hoje, apesar das dificuldades de sua vida, o virtuoso El Borja preserva sua identidade de super-herói em defesa da verdade e da justiça, valorizando a força da amizade e lutando contra as forças do mal, sempre representadas por seus arqui-inimigos, o Homem-Milho e Mr. Quindim.

El Borja: coragem e justiça.