segunda-feira, 30 de março de 2009

The Importance (Of Being Idle)



Oasis é uma das minhas bandas preferidas. Gosto do rock britânico simples e metódico que eles produzem, desde os meus 15 anos. Isso inclui 7 cd´s dos caras na minha coleção.

Uma das músicas último disco, leva o nome de "The Importance of Being Idle". Traduzindo, é algo com " A Importância de ser Vagal". Qualquer semelhança do nome da música com meus 18 ou 19 anos, é mera coincidência. O fato é que o título me chama atenção. Em algum momento, e por alguma razão, Noel Gallagher escreveu uma letra especialmente para se definir a importância de "ser" alguma coisa. E é aí que a coisa realmente me incomoda.

Alguém tem noção de que um telefonema, no meio da tarde, pode salvar o dia de uma pessoa extremamente importante na sua vida? Alguém tem idéia do bem que faz almoçar com um amigo, de surpresa, receber um abraço e ouvir: "O que você tem? Por que essa cara?" Alguém sabe o poder que existe na demonstração de preocupação em saber se tudo vai bem, ou mal, por parte de uma pessoa querida?

Alguém por acaso conhece algo mais importante numa relação, seja ela qual for, do que algo chamado lealdade? Será que alguém não consegue separar 15 minutos da sua semana pra exercitar a paciência e a compreensão e simplesmente ouvir o que alguém tem a dizer?

Ninguém mais sabe reconhecer a importância de ser amigo, primo, irmão, marido, namorado? De ser decente, ético, honesto, esforçado, paciente, cauteloso, bem-humorado? Que porcaria de retorno essas pessoas esperam ter da vida, da sociedade, do seu círculo de (peudo) amizade? Sim, porque ser excessão é legal, mas vem com o ônus de viver em meio à regra.

E só pra constar: a música é uma das piores do cd.

domingo, 22 de março de 2009

The Death


Um mundo sem superpoderes, as vezes nos remete à monotonia e/ou ao desânimo natural que o "paulistano way of life" nos proporciona semanalmente. Principalmente no meu caso. Isso faz com que blogs sejam ligeiramente abandonados, amigos sejam pseudo-esquecidos, atividades esportivas, sejam banidas do cotidiano, entre outras coisas.

É verdade que, nessas últimas semanas, o mundo não esteve tão sem superpoderes assim. Pelo menos não o suficiente para a ausência total de assuntos que as palavras, combinadas de forma ideal, proporcinam. E entre eles, um em especial me fez lembrar de 3 frases que me acompanham sempre: a morte.

A primeira é de uma pessoa que eu não sei definir o que é na minha vida, ao certo. Talvez um dia, eu venha a saber. O fato é que a frase me marcou, porque poderia ter muito bem, saído da minha boca.

A outra saiu sem querer, numa conversa, na cozinha entre Johnatan Kent, Martha Kent e o Clark aqui, num momento não tão alegre.

E a terceira é a que eu mais gosto. Me serve como filosofia de vida, me acompanha e vai me acompanhar sempre. Como eu costumo dizer, nada nunca foi tão bonito.

"Juro.. se você morrer, eu não sei o que faço."

"A morte existe sim. Pra quem fica."

- "E se eu morrer?"
- "Uma parte de mim morre junto."
- "Não. Uma parte de mim é que continua viva em você."

Não consegui achar um final para esse post. Na verdade.. consegui sim. Vou terminar com outra fase.. uma que eu acabei de ler. Aliás, é do mesmo autor da 3ª frase ali de cima:

"Deixa sem final. A naum ser q vc ache q a morte eh o fim de algo.... se naum eh o fim, pq o post tem q terminar?"

segunda-feira, 9 de março de 2009

The Euphoria


Euphoria pode se referir à:

Em
computação:
Euphoria, uma linguagem de programação interpretada de alto nível; euphoria, um motor de jogo da NaturalMotion;
Euphoria, um plugin XMMS
produzido com Enlightenment Foundation Libraries.

Em entretenimento:
Euphoria, um
filme dirigido por Brad Armstrong;
Euphoria, uma
banda americana de música psicodélica;
Euphoric, um
álbum da banda canadense Delerium, de 1999.

Na psicologia:
Euforia: estado emocional de excitação plena.




No Futebol: um gol.

segunda-feira, 2 de março de 2009

The Police



Ser abordado pela polícia, nunca é uma experiência muito agradável. Principalmente quando você já sabe o que aquele PM está procurando com tanto afinco, dentro do carro que você está. Infelizmente, o que o PM não sabe é que você é internacionalmente conhecido como "o cara que odeia maconha". Isso sem contar com a deprimente e constrangedora cena do digníssimo oficial apontando uma pistola automática para o sua caixa toráxica e mandando você sair do carro com a mão na cabeça.

Como se eu tivesse sido eleito o bandido do ano pela Forbes.

Apesar disso, nada supera as perguntas nonsenses e cretinas que você é obrigado a escutar. Mas como já diz a sabedoria popular do meu irmão: se fosse inteligente, não era policial. Segue abaixo uma palhinha das pérolas de uma batida policial rotineira (e as, igualmente brilhantes, respostas que eu morri de vontade de dar):

- Tem algum problema com a polícia?
Tenho. Odeio esse tom cinza do uniforme.

- Usa alguma droga?
Todas. Juntas.

- Não usa nada? Humm.. Maconha de vez em quando só?
Opaaa.. é nóiz ! Tem um do bom aí?

- Armas ou drogas dentro do veículo?
Só um fuzil no fundo falso, debaixo do banco e a glock no porta luva.

- Você trabalha com o que?
Vendo drogas na porta de escolas.

- Tá indo pra onde?
Pra sua casa, encoxar sua mulher na pia. Posso?

- Esse RG é seu?
Não. Do meu clone.

- E o outro carro da frente? Vocês estão juntos.
Depende. Deu alguma merda com eles?

No final ainda levaram o chiclete que estava no console.

É mole?